9 de mai. de 2009
8 de mai. de 2009
Ioiô Filmes filma biografia de Mojica
José Mojica Marins anuncia que assinou contrato com a produtora Ioiô Filmes Etc. para contar sua história, baseada no livro “Maldito”, de Ivan Finotti e André Barcinski.
Ontem, em uma festa promovida pelo Canal Brasil, no Clash Club, para comemorar a segunda temporada do programa “O Estranho Mundo de Zé do Caixão”, Mojica anunciou que a Ioiô Filmes Etc. produzirá um longa-metragem, baseado em sua biografia, com direção de Vitor Mafra. “Maldito” está em fase de roteirização e começa a ser produzido em 2010.
”Conhecido pela façanha de recriar o gênero terror em terra brasilis, Mojica imprimiu na figura sinistra de um coveiro, lendas e superstições regionais. Com poucos recursos financeiros seus filmes são exemplo de um cinema inventivo e apaixonado. Além de querer homenagear o já célebre Mojica, faço esse filme para contar ao público a louca aventura de se produzir cinema no Brasil.”, constata Mafra.
Para fomentar a imagem pública do personagem Zé do Caixão, sua criação mais contundente, Mojica ingênuamente se meteu em várias enrascadas e foi, muitas vezes, alvo de oportunistas. Segundo o roteirista e escritor, André Barcinski, a vida inconseqüente, errante, colecionadora de mulheres, filhos escondidos e as dívidas sem fim serão fiéis ao livro e aos fatos.
“Zé do Caixão delineou a liberdade cinematográfica de Mojica, o ajudou a construir um cinema implacável e com estilo único. Este longa será um grande registro histórico sobre o cinema brasileiro”, afirma o produtor executivo da Ioiô Filmes, Lorenzo Giunta.
Trajetória
Em mais de 50 anos de carreira, José Mojica Marins realizou cerca de 30 longas-metragens, em diversos gêneros. Apesar de ser mais conhecido por seu personagem Zé do Caixão e seus filmes de horror, Mojica realizou faroestes, comédias, filmes de aventura, pornochanchadas e até fitas de sexo explícito.
Filho de um toureiro e de uma dançarina de tango, Mojica cresceu no bairro de Vila Anastácio, zona oeste de São Paulo. Quando José tinha dois anos, seu pai conseguiu o emprego de gerente de um pequeno cinema de bairro. O pequeno José cresceu literalmente dentro de um cinema.
Ainda adolescente, Mojica realizou suas primeiras experiências cinematográficas no bairro. Em 1953, aos 17 anos, fez seu primeiro filme profissional.
Hoje, José Mojica Marins é um ícone do cinema de horror e do cinema underground. Admirado no Brasil e no exterior, seu personagem Zé do Caixão é famoso na Europa, Ásia e Estados Unidos.
Segundo Mojica, sua trajetória nunca foi elogiada e apoiada pela crítica vigente.
Somente agora, depois de 60 anos, é considerado e reconhecido como um artista inovador e de vanguarda. Mojica é cultuado por críticos e produtores como ícone do cinema underground.
Tanto que em 2008, seu mais recente filme, “Encarnação do Demônio”, ganhou o 1º Festival de Cinema de Paulínia. Ganhou os prêmios de melhor filme de ficção, fotografia, montagem, edição de som, direção de arte e trilha sonora. E também recebeu o prêmio da crítica como melhor longa-metragem.
Diferente dos colegas, Mojica sempre ressaltou que sua única regra é agradar o público, não os críticos. “Trabalho para o povão.”
Ontem, em uma festa promovida pelo Canal Brasil, no Clash Club, para comemorar a segunda temporada do programa “O Estranho Mundo de Zé do Caixão”, Mojica anunciou que a Ioiô Filmes Etc. produzirá um longa-metragem, baseado em sua biografia, com direção de Vitor Mafra. “Maldito” está em fase de roteirização e começa a ser produzido em 2010.
”Conhecido pela façanha de recriar o gênero terror em terra brasilis, Mojica imprimiu na figura sinistra de um coveiro, lendas e superstições regionais. Com poucos recursos financeiros seus filmes são exemplo de um cinema inventivo e apaixonado. Além de querer homenagear o já célebre Mojica, faço esse filme para contar ao público a louca aventura de se produzir cinema no Brasil.”, constata Mafra.
Para fomentar a imagem pública do personagem Zé do Caixão, sua criação mais contundente, Mojica ingênuamente se meteu em várias enrascadas e foi, muitas vezes, alvo de oportunistas. Segundo o roteirista e escritor, André Barcinski, a vida inconseqüente, errante, colecionadora de mulheres, filhos escondidos e as dívidas sem fim serão fiéis ao livro e aos fatos.
“Zé do Caixão delineou a liberdade cinematográfica de Mojica, o ajudou a construir um cinema implacável e com estilo único. Este longa será um grande registro histórico sobre o cinema brasileiro”, afirma o produtor executivo da Ioiô Filmes, Lorenzo Giunta.
Trajetória
Em mais de 50 anos de carreira, José Mojica Marins realizou cerca de 30 longas-metragens, em diversos gêneros. Apesar de ser mais conhecido por seu personagem Zé do Caixão e seus filmes de horror, Mojica realizou faroestes, comédias, filmes de aventura, pornochanchadas e até fitas de sexo explícito.
Filho de um toureiro e de uma dançarina de tango, Mojica cresceu no bairro de Vila Anastácio, zona oeste de São Paulo. Quando José tinha dois anos, seu pai conseguiu o emprego de gerente de um pequeno cinema de bairro. O pequeno José cresceu literalmente dentro de um cinema.
Ainda adolescente, Mojica realizou suas primeiras experiências cinematográficas no bairro. Em 1953, aos 17 anos, fez seu primeiro filme profissional.
Hoje, José Mojica Marins é um ícone do cinema de horror e do cinema underground. Admirado no Brasil e no exterior, seu personagem Zé do Caixão é famoso na Europa, Ásia e Estados Unidos.
Segundo Mojica, sua trajetória nunca foi elogiada e apoiada pela crítica vigente.
Somente agora, depois de 60 anos, é considerado e reconhecido como um artista inovador e de vanguarda. Mojica é cultuado por críticos e produtores como ícone do cinema underground.
Tanto que em 2008, seu mais recente filme, “Encarnação do Demônio”, ganhou o 1º Festival de Cinema de Paulínia. Ganhou os prêmios de melhor filme de ficção, fotografia, montagem, edição de som, direção de arte e trilha sonora. E também recebeu o prêmio da crítica como melhor longa-metragem.
Diferente dos colegas, Mojica sempre ressaltou que sua única regra é agradar o público, não os críticos. “Trabalho para o povão.”
6 de mai. de 2009
Maya Deren
Olá, povo!
Imagino que links como esses não poderiam faltar no nosso blog:
Alguns curtas de Maya Deren, ícone da vanguarda do cinema experimental e independente americano. Entre outros, influenciou David Lynch. Não preciso falar mais nada.
E tem mais no youtube e afins. Parafraseando Saulo Pereira de Mello no livro "Limite", sobre a obra de Mário Peixoto: "existem filmes que não passam, somente... estão, permanecem". Imagino que o mesmo se aplica à esses curtas maravilhosos da Maya Deren.
4 de mai. de 2009
1 de mai. de 2009
27 de abr. de 2009
24 de abr. de 2009
sexta chuvosa
tocando baixo e cantando com estilo inconfundível, Moodyman e um merecido cálice de Bourbon podem ajudar a aquecer esse inicio de noite já meio inverninho.
bom finde a todos!!!
bom finde a todos!!!
23 de abr. de 2009
22 de abr. de 2009
21 de abr. de 2009
gostosinha dos 90
Kirby era muito gata, infelizmente as teorias de Newton funcionaram e hoje ela parece mais a mãe da Lilly Allen. We miss you !!!
Felizmente a natureza é sábia, ela ganhou essa voz de negona e ainda lota shows. Vida longa a Kirby!!! Ela merece!!!
E aqui vai mais um clássico, pra vcs ficarem com a imagem da pin-up em plena forma...
bocão!!! Kirby, nos meus sonhos você ainda voa!!!
20 de abr. de 2009
16 de abr. de 2009
14 de abr. de 2009
13 de abr. de 2009
Coletiva TV Cultura!
Da esquerda para a direita--> Bryan Ruffo, Wendy Bassi, Rafael Gomes, Mayara Constantino, Victor Mendes e Kauê Telloli
foto:Luciano Piva
Tudo o que é sólido...
Eis que o filhote nasceu!!!!!
Mais informações sobre a série produzida pela Ioiô... http://www.tvcultura.com.br/tudooqueesolido/index.php
Bjo
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